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Justiça orienta alunos sobre abuso

Uma tarde leve e pertida para falar sobre um assunto muito sério. Assim foi a atividade desenvolvida pela equipe da 1ª Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes com alunos de 4 a 6 anos na Escola Municipal Alana de Souza Barboza, no bairro do Coqueiro, em Belém. No encontro, realizado nesta quarta-feira, 14, os alunos foram orientados sobre abuso sexual infanto-juvenil através de sessão de vídeos educativos e trabalhos de desenho e pintura.   A escola já tinha recebido a visita, em 2016, do projeto Minha Escola, Meu Refúgio, também realizado pela juíza Mônica Maciel Soares Fonseca, titular da 1ª Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes. O projeto visa orientar pais, educadores e funcionários da escola sobre como identificar sinais de abuso sexual através do comportamento dos alunos, já que a escola é considerada o segundo lar de crianças e adolescentes.    A atividade com os alunos foi desenvolvida pela juíza Mônica Maciel, junto com a  equipe multidisciplinar da Vara. “O trabalho de prevenção nessa faixa-etária é importante porque essas crianças não conseguem perceber que estão sofrendo abuso sexual, até porque elas não têm idade suficiente para compreender. Como a maioria dos casos é praticada por pessoas da família, essa criança pode entender como um ato de carinho e não como  abuso sexual. Quando elas ficam um pouco maiores, elas percebem o que está acontecendo, e as consequências psicológicas são bem sérias”, explicou a magistrada.    A diretora da escola, Denilma Costa, ressaltou que, infelizmente, os abusos fazem parte da realidade da escola. “Nós já identificamos casos de abusos em alunos da escola. Os casos comprovados foram encaminhados ao Conselho Tutelar. Um deles foi uma situação muito crítica, com uma criança especial. Com a nossa identificação, nós conseguimos evitar que o agressor avançasse. Alguns casos são resolvidos, em outros, a família evade e tira a criança da escola. Por isso que é importante esse trabalho de prevenção”, destacou a diretora.   COMO IDENTIFICAR – É importante observar continuamente o comportamento de crianças e adolescentes. Com os abusos sexuais, normalmente há uma mudança brusca de comportamento, como retraimento, atitudes que não são adequadas para a idade, comportamentos sexualizados e até mesmo de regredir a uma fase anterior da vida, como fazer xixi na cama ou demonstrar mais dependência.    PROGRAMAÇÃO – A atividade faz parte da campanha realizada pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) referente ao Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual Contra Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. A programação continua nesta quarta-feira, 15, com palestra sobre o tema na Escola Judicial do Pará, às 16h. Nos dias 16 e 17, na Comarca de Breves, no Arquipélago do Marajó, haverá o lançamento do projeto “Novo amanhecer”, que visitará escolas públicas da região. O objetivo é o mesmo: conscientizar pais, educadores e funcionários de escolas sobre os sinais de abusos em crianças e adolescentes.    No dia 20, às 8h, uma palestra na Esamaz sobre os direitos da criança e do adolescente será voltada aos educadores. A estimativa é que o público seja de 300 professores. Já no dia 24, às 8h30, será realizada a Mesa Redonda “Garantia de Direitos de crianças e adolescentes” no auditório Des. Wilson Marques, no Fórum Criminal de Belém.   A programação termina no dia 31, com duas visitas a escolas do projeto Minha Escola, Meu Refúgio. A primeira, às 9h, ocorrerá na Unidade de Educação Infantil Sacramenta. A segunda, às 14h, será na Escola Municipal José Alves Cunha, localizada no Tapanã. O projeto pretende orientar, no total, cerca de 150 educadores e funcionários das escolas sobre os sinais de abuso sexual infantil.
Fonte:
TJ Para
15/05/2019 (00:00)
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